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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

À uma Paixão

A repugnância do desejar
Do querer e não ter
Quem me dera fosse, de poder
Não sei se vale a pena sonhar

Te tenho, não posso ensandecer
Te quero, não sei se queres também
Como o Míster anjo, não me vem
Ai, como quero, oh querer

Por quê brincas? Ou mentes?
Melhor seria não lembrar ou conhecer
Ter sonhos ou melhor, não ter
Saber queria, diga, o que sentes?

Não entendo, não consigo tenso
Por quê outrora, não querias e agora procura
Oh! Noite, intensa, insone de loucura
Não entendo, procuro e penso

Seria esta minha angústia?
Diga a verdade, pare de esconder
De nada vale, ter sem te ter
Oh Deus, o covarde de toda fúria.

Cale minha boca ou esqueças
Não quero mais estas presas
De loucura e solidão.

Quero apenas ter-te a meu lado
Como anjo do destino ou fado.
Quero me entregar a esta Paixão!

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