Principiando no novo principado de Salomão
Do deserto árido de toda etinía
De loucos na loucura de esquisofrenia
Pelo desejo celeste e medo de perdição
Correm-se murmúrios do novo Messias
Da Aurora do novo tempo de solidão
Dentro das alcovas burocráticas da tradição
Conclave dos sábios na escolha da alegria
Eu cantava, como cantavam a progênie de Adão,
Cantarolava de orgulho das mais belas filhas de Sião
Do fugor terrestre e prelúdio lúgubre do dia
Serpenteando pela vida, como leitor sem regalia
Pelo fogo fraco da vela derretida que alumia
De claridade intensa que mais gera escuridão.
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