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sábado, 16 de outubro de 2010

Televisão

Especializações de montarias do sistema!
Cargas e vultos de um intelecto útil,
Falas carregadas de um estéreo fútil
Sombrios seres nos tornam este emblema.

Na verdade derradeira que as cargas penam
Do fim visível que os intréte e detêm.
Programados num visível deslumbre sentem
De um cotidiano sem controle, falso que encenam.

Sentimentos, para uma incerteza núbil.
De perceber o trágico, em ser perecível,
Tornam-se o humos do verme invencível
A título de informações, de farsa sutil.

Á vida prende, brinca e torna servil,
No caos de sentidos embutido e febril.
Com a angústia amarga da percepção,

Sem mais o tempo que existiu,
Cantando a alegre canção que viu.
Pela falta de instrução da televisão.

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