Hoje vivo à noite
Com escuridão singela
Num corpo de pura aquarela
Da paz que impele o açoite,
Contém conhecimento de vida bela
Fumo o carbono da vida
Ansiando a morte esguia,
Que me espreita da cova fria
Esgueirando-se no conjunto da lida
Para ter a oportunidade de acabar o que cria
Na pele, prisão do espírito
Sou um cético saboreando a imagem
Carburando rostos, naufragando a sabotagem
Creio no poder que Eu habilíto
Sem um "Deus" dito ou longametragem
Do cânhamo tenho visões,
Pouco importando o futuro
Vejo imagens mais fortes no escuro
Seriam prévias ou alucinações,
Impoluto, maquiavélico ou taciturno puro.
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