Sepulcros pútrifos da mente,
Vozes e gritos de ideais
Contém fatos, mentiras colossais
Que muitos escutam, mas poucos entendem
Falas sombrias, eco estridente
Tolas angústias de seres anormais
Procuras consumíveis em rotos banais
De querer idota na forma latente
Pessoas estagnadas perecem aos poucos,
Pensam na praga poente.
Correm, cansam e correm novamente
Instáveis no estágio de estorvo.
Que pensa o parasita q nada faz?
Alimentando-se doutro lentamente,
Que nada sabe nem sabe se sente.
Atormentado-se no desejo de mais.
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