A rutilância impreguinada no punhal.
Sofro seqüelas do pântano sofista,
Das víceras do vórtice gasto e mortal.
Vejo o futuro na Era Anarquista.
Num momento metafórico de graça aparente,
Auxiliando a dor e ira da vida carnal.
Vingo-me da peste de um mundo doente,
Provando o gosto desgostoso do mal.
Adaptando-me e adquirindo a conquista,
Na dolorosa angústia da dor à frente.
Do medo de ser uma mera estatística,
Com o projétil instável na mente.
Vendo a briga de classes políticas,
Sem força ou base analítica.
Esperando o inesperado de Heráclito sábio.
Vivendo a espera do nunca esperar,
Da complexidade na luta do sonhar.
Percebo na guerra o gosto do lábio.
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