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sábado, 16 de outubro de 2010

Angústia do Lamento

A garrafa vazia a minha frente,
Me lembra tempos de infância
A vida grande da criança
Verá que na vida só se mente.

O cigarro apodrece meu pulmão
E não cresce a vida da sorte,
Na vida só se cresce com porte
Onde só se vive em ilusão.

Ora, como queria que o dedo supremo service,
Amar não sinto e gostaria,
Melhor assim, talvez viveria
Sem medo que a Ira partice.

Nada serve o que desejamos de momento,
Nunca de nada serve o sentimento.
Sem o querer e desejar,

Sem partir e estar,
Como o nunca esperar
A Angústia do Lamento.

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