à Danielle.
A menina ao lado não entende
Porque o louco na loucura escreve
Talvez não saiba o que se sabe, ou lembre
O perfil da insânia que o leve
Perdido em um mundo de passado
Da vida do Verme que imagina
Saio do mundo no parasita alado
Que pouco sabe, mas sábio impreguina
Cansado da vida metade,
À procura de Atlântida ou Creta
Na busca da volta ou verdade
Em saber se sair é escolha certa
Pobre da existência isolada,
Seres ínfemos de forma abalada;
Onde estive, onde estava, não encontro.
Da forma arrogante e indignada,
Na entrega da esquife destinada;
Ou felizes da felicidade de um conto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário