Amanhã é um dia perto.
Um dia incerto,
Do que vai acontecer.
Quero fazer algo diferente,
Espandir a minha mente
Mas não sei pra que.
Quero ir a praia
Mas tenho trabalho
Tenho muito pra fazer
Eu vivo onde a beleza é o que importa
Não existe diploma,
O que existe é sorte de nascer
Bonitinho, corpo de garotão,
Com a vida ganha, vivendo na mansão.
Assim sua falta de Q.I. é esquecida
E tem as mais caras bebidas
Pro seu cão beber.
Amanhã é um dia perto e
Novamente outro dia incerto.
sábado, 16 de outubro de 2010
Televisão
Especializações de montarias do sistema!
Cargas e vultos de um intelecto útil,
Falas carregadas de um estéreo fútil
Sombrios seres nos tornam este emblema.
Na verdade derradeira que as cargas penam
Do fim visível que os intréte e detêm.
Programados num visível deslumbre sentem
De um cotidiano sem controle, falso que encenam.
Sentimentos, para uma incerteza núbil.
De perceber o trágico, em ser perecível,
Tornam-se o humos do verme invencível
A título de informações, de farsa sutil.
Á vida prende, brinca e torna servil,
No caos de sentidos embutido e febril.
Com a angústia amarga da percepção,
Sem mais o tempo que existiu,
Cantando a alegre canção que viu.
Pela falta de instrução da televisão.
Cargas e vultos de um intelecto útil,
Falas carregadas de um estéreo fútil
Sombrios seres nos tornam este emblema.
Na verdade derradeira que as cargas penam
Do fim visível que os intréte e detêm.
Programados num visível deslumbre sentem
De um cotidiano sem controle, falso que encenam.
Sentimentos, para uma incerteza núbil.
De perceber o trágico, em ser perecível,
Tornam-se o humos do verme invencível
A título de informações, de farsa sutil.
Á vida prende, brinca e torna servil,
No caos de sentidos embutido e febril.
Com a angústia amarga da percepção,
Sem mais o tempo que existiu,
Cantando a alegre canção que viu.
Pela falta de instrução da televisão.
Vontade e sina
Hoje o universo se mostrou a mim,
Por um segundo me fazendo sangrar.
Fez-se gritando e sorrindo assim,
Fez-me ter vontade de chorar.
A menina que amo hoje me negou.
Teve-me no passado e a magoei,
Fiz por inocência e assim me cortou.
E mesmo por tudo, sofrendo sangrei.
Deus não joga dados e espero tê-la aqui,
Num futuro próximo e sorrindo.
A meu lado sempre me fazendo sorrir,
E quando falo da vida a sinto.
Oh! Ruiva te desejo, por todo querer.
Sempre em ti penso, desejo e viver.
Alusão da vontade assassina.
Por que a Amo não entendo por que.
Só sei que a desejo, sem vê-la desejo perecer.
Noite sombria, sinto falta, vontade e sina.
Por um segundo me fazendo sangrar.
Fez-se gritando e sorrindo assim,
Fez-me ter vontade de chorar.
A menina que amo hoje me negou.
Teve-me no passado e a magoei,
Fiz por inocência e assim me cortou.
E mesmo por tudo, sofrendo sangrei.
Deus não joga dados e espero tê-la aqui,
Num futuro próximo e sorrindo.
A meu lado sempre me fazendo sorrir,
E quando falo da vida a sinto.
Oh! Ruiva te desejo, por todo querer.
Sempre em ti penso, desejo e viver.
Alusão da vontade assassina.
Por que a Amo não entendo por que.
Só sei que a desejo, sem vê-la desejo perecer.
Noite sombria, sinto falta, vontade e sina.
Paradoxo do sonhar
Outra noite de sol a pino,
Com obrigações na vida à frente
Esqueço a lembrança desocupada do menino
Do mundo paradoxal de ranger de dente.
Ambíguo holocausto de retorno,
Vê-se pouco no clarão noturno.
Vejo uma luz de mundo morno,
Na Era de Hades, ou seria Netuno?
Percebo Odin morto no tempo Cristão.
Palas injusta e idólatra,
Baco tímido e fiel sacristão.
Zeus sem raios e alcoólatra.
Caminhando a frente Nefertite e Mino,
Acariciando-se despreocupadamente com o presente.
Moisés se afogando na presença do rabino,
E Shiva sem braços, caminhando lentamente.
Don Juan sem mulheres para adorno,
Escutando palavras do sábio taciturno.
Vendo a frente, Perséfone como estorvo.
E orixás no vasto céu diurno.
Com obrigações na vida à frente
Esqueço a lembrança desocupada do menino
Do mundo paradoxal de ranger de dente.
Ambíguo holocausto de retorno,
Vê-se pouco no clarão noturno.
Vejo uma luz de mundo morno,
Na Era de Hades, ou seria Netuno?
Percebo Odin morto no tempo Cristão.
Palas injusta e idólatra,
Baco tímido e fiel sacristão.
Zeus sem raios e alcoólatra.
Caminhando a frente Nefertite e Mino,
Acariciando-se despreocupadamente com o presente.
Moisés se afogando na presença do rabino,
E Shiva sem braços, caminhando lentamente.
Don Juan sem mulheres para adorno,
Escutando palavras do sábio taciturno.
Vendo a frente, Perséfone como estorvo.
E orixás no vasto céu diurno.
Futuro sonho do lábio
A rutilância impreguinada no punhal.
Sofro seqüelas do pântano sofista,
Das víceras do vórtice gasto e mortal.
Vejo o futuro na Era Anarquista.
Num momento metafórico de graça aparente,
Auxiliando a dor e ira da vida carnal.
Vingo-me da peste de um mundo doente,
Provando o gosto desgostoso do mal.
Adaptando-me e adquirindo a conquista,
Na dolorosa angústia da dor à frente.
Do medo de ser uma mera estatística,
Com o projétil instável na mente.
Vendo a briga de classes políticas,
Sem força ou base analítica.
Esperando o inesperado de Heráclito sábio.
Vivendo a espera do nunca esperar,
Da complexidade na luta do sonhar.
Percebo na guerra o gosto do lábio.
Sofro seqüelas do pântano sofista,
Das víceras do vórtice gasto e mortal.
Vejo o futuro na Era Anarquista.
Num momento metafórico de graça aparente,
Auxiliando a dor e ira da vida carnal.
Vingo-me da peste de um mundo doente,
Provando o gosto desgostoso do mal.
Adaptando-me e adquirindo a conquista,
Na dolorosa angústia da dor à frente.
Do medo de ser uma mera estatística,
Com o projétil instável na mente.
Vendo a briga de classes políticas,
Sem força ou base analítica.
Esperando o inesperado de Heráclito sábio.
Vivendo a espera do nunca esperar,
Da complexidade na luta do sonhar.
Percebo na guerra o gosto do lábio.
Real povo real
Outras frases, outra prece.
Arquivando um futuro,
Sangrento em que me curo
De parasitas de rara peste.
Outro céu estrelado e puro.
Com pessoas imóveis, inertes
Na busca do Messias de falsos Mestres,
Criados sem títulos e entre muros.
Autores de vida sofrida,
Estorvos da arte vivida.
Esperando a busca da morte,
Assumindo a qualidade vencida,
Desejoso na morta caída.
Pela ânsia da história de sorte.
Arquivando um futuro,
Sangrento em que me curo
De parasitas de rara peste.
Outro céu estrelado e puro.
Com pessoas imóveis, inertes
Na busca do Messias de falsos Mestres,
Criados sem títulos e entre muros.
Autores de vida sofrida,
Estorvos da arte vivida.
Esperando a busca da morte,
Assumindo a qualidade vencida,
Desejoso na morta caída.
Pela ânsia da história de sorte.
Angústia do Lamento
A garrafa vazia a minha frente,
Me lembra tempos de infância
A vida grande da criança
Verá que na vida só se mente.
O cigarro apodrece meu pulmão
E não cresce a vida da sorte,
Na vida só se cresce com porte
Onde só se vive em ilusão.
Ora, como queria que o dedo supremo service,
Amar não sinto e gostaria,
Melhor assim, talvez viveria
Sem medo que a Ira partice.
Nada serve o que desejamos de momento,
Nunca de nada serve o sentimento.
Sem o querer e desejar,
Sem partir e estar,
Como o nunca esperar
A Angústia do Lamento.
Me lembra tempos de infância
A vida grande da criança
Verá que na vida só se mente.
O cigarro apodrece meu pulmão
E não cresce a vida da sorte,
Na vida só se cresce com porte
Onde só se vive em ilusão.
Ora, como queria que o dedo supremo service,
Amar não sinto e gostaria,
Melhor assim, talvez viveria
Sem medo que a Ira partice.
Nada serve o que desejamos de momento,
Nunca de nada serve o sentimento.
Sem o querer e desejar,
Sem partir e estar,
Como o nunca esperar
A Angústia do Lamento.
Valsa do Viver
Oh, bela bailarina da loucura,
Vens em momento esquecido
Foges do noivo e me procura,
Não resisto a seu forte libído.
Novo dia a conversar
E outra vez não consigo resistir
Não entendo meu grande desejar
Mas daqui não penso fugir.
Desta teia de aranha a me prender
Dançando a grande valsa do viver
Embriagado na realidade que vejo.
No gotejar da loucura de almejar
Do querer, sem querer e nem tentar
Para nunca desejar a força do desejo.
Vens em momento esquecido
Foges do noivo e me procura,
Não resisto a seu forte libído.
Novo dia a conversar
E outra vez não consigo resistir
Não entendo meu grande desejar
Mas daqui não penso fugir.
Desta teia de aranha a me prender
Dançando a grande valsa do viver
Embriagado na realidade que vejo.
No gotejar da loucura de almejar
Do querer, sem querer e nem tentar
Para nunca desejar a força do desejo.
Déjà vu
Como queria eu ser uma mera gotícula de teu sangue
Percorreria todo seu corpo até chegar em teu coração
Como queria eu desatolar-me deste sujo e pútrifo mangue
Assim viveria cantando a mais bela canção
Como queria eu sair desta angústia
De amar quem não me tem Amores
Como queria eu aprender a controlar toda a fúria
E acabar com a mais frígida de todas as dores
Como queria eu aprender a triste lição de viver
E deixar de provar do lago doce do medo
Como queria eu aprender a fazer sofrer
Tornando a paz o mais íntimo segredo
Como queria eu que estas palavras fossem entendidas
Como as quis pronunciar aqui
Como queria eu que os escritos aqui fossem temidos
Quisera eu que isso não passasse de um Déjà vu.
Percorreria todo seu corpo até chegar em teu coração
Como queria eu desatolar-me deste sujo e pútrifo mangue
Assim viveria cantando a mais bela canção
Como queria eu sair desta angústia
De amar quem não me tem Amores
Como queria eu aprender a controlar toda a fúria
E acabar com a mais frígida de todas as dores
Como queria eu aprender a triste lição de viver
E deixar de provar do lago doce do medo
Como queria eu aprender a fazer sofrer
Tornando a paz o mais íntimo segredo
Como queria eu que estas palavras fossem entendidas
Como as quis pronunciar aqui
Como queria eu que os escritos aqui fossem temidos
Quisera eu que isso não passasse de um Déjà vu.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Santos
Os Santos ão de voltar
Com sua chagas amargas,
E abissais terão de pagar
Por feras fracas, cansadas.
Os santos ão de chegar
Com suas feridas postas,
E toda ignorância terá de parar
Por bocas de feras impostas.
Os santos voltaram
Os santos chegaram
Como bêbados sem planos.
Os santos cansaram
Os santos mostraram
Serem pobres seres humanos.
Com sua chagas amargas,
E abissais terão de pagar
Por feras fracas, cansadas.
Os santos ão de chegar
Com suas feridas postas,
E toda ignorância terá de parar
Por bocas de feras impostas.
Os santos voltaram
Os santos chegaram
Como bêbados sem planos.
Os santos cansaram
Os santos mostraram
Serem pobres seres humanos.
Crenças
Oh Deus! Pela primeira vez em tí creio,
Se tudo corre porque não ocorre meu anseio?
Será Amor que inunda meu peito?
Pois Cupído agora envolto em teu seio,
Faz-me querer estar neste afetuoso enleio.
Juntos na luxúria amada de meu leito.
Oh pobre homem, que a tí desejas Amar.
Vivendo a loucura, do grande Sonhar
Sem saber o sentimento que em tí sopra,
Quisera eu, por tí, tudo e todos enfrentar.
No sentimento puro, que dá forças à lutar,
Encanta como encanta a arte "iota"*.
Deste encontro orgásmico na Grota.
Da loucura que em mim brota
Tenho certeza do medo, suspeito
Não desejo tamanha Capilota**
Somente tua imagem a mim veio.
Mas a tí desejo Amar!
* Do Italiano, significado: generalizada.
**Do Italiano, significado: Grande derrota.
Se tudo corre porque não ocorre meu anseio?
Será Amor que inunda meu peito?
Pois Cupído agora envolto em teu seio,
Faz-me querer estar neste afetuoso enleio.
Juntos na luxúria amada de meu leito.
Oh pobre homem, que a tí desejas Amar.
Vivendo a loucura, do grande Sonhar
Sem saber o sentimento que em tí sopra,
Quisera eu, por tí, tudo e todos enfrentar.
No sentimento puro, que dá forças à lutar,
Encanta como encanta a arte "iota"*.
Deste encontro orgásmico na Grota.
Da loucura que em mim brota
Tenho certeza do medo, suspeito
Não desejo tamanha Capilota**
Somente tua imagem a mim veio.
Mas a tí desejo Amar!
* Do Italiano, significado: generalizada.
**Do Italiano, significado: Grande derrota.
Humanos Parasitas
Sepulcros pútrifos da mente,
Vozes e gritos de ideais
Contém fatos, mentiras colossais
Que muitos escutam, mas poucos entendem
Falas sombrias, eco estridente
Tolas angústias de seres anormais
Procuras consumíveis em rotos banais
De querer idota na forma latente
Pessoas estagnadas perecem aos poucos,
Pensam na praga poente.
Correm, cansam e correm novamente
Instáveis no estágio de estorvo.
Que pensa o parasita q nada faz?
Alimentando-se doutro lentamente,
Que nada sabe nem sabe se sente.
Atormentado-se no desejo de mais.
Vozes e gritos de ideais
Contém fatos, mentiras colossais
Que muitos escutam, mas poucos entendem
Falas sombrias, eco estridente
Tolas angústias de seres anormais
Procuras consumíveis em rotos banais
De querer idota na forma latente
Pessoas estagnadas perecem aos poucos,
Pensam na praga poente.
Correm, cansam e correm novamente
Instáveis no estágio de estorvo.
Que pensa o parasita q nada faz?
Alimentando-se doutro lentamente,
Que nada sabe nem sabe se sente.
Atormentado-se no desejo de mais.
À uma Paixão
A repugnância do desejar
Do querer e não ter
Quem me dera fosse, de poder
Não sei se vale a pena sonhar
Te tenho, não posso ensandecer
Te quero, não sei se queres também
Como o Míster anjo, não me vem
Ai, como quero, oh querer
Por quê brincas? Ou mentes?
Melhor seria não lembrar ou conhecer
Ter sonhos ou melhor, não ter
Saber queria, diga, o que sentes?
Não entendo, não consigo tenso
Por quê outrora, não querias e agora procura
Oh! Noite, intensa, insone de loucura
Não entendo, procuro e penso
Seria esta minha angústia?
Diga a verdade, pare de esconder
De nada vale, ter sem te ter
Oh Deus, o covarde de toda fúria.
Cale minha boca ou esqueças
Não quero mais estas presas
De loucura e solidão.
Quero apenas ter-te a meu lado
Como anjo do destino ou fado.
Quero me entregar a esta Paixão!
Do querer e não ter
Quem me dera fosse, de poder
Não sei se vale a pena sonhar
Te tenho, não posso ensandecer
Te quero, não sei se queres também
Como o Míster anjo, não me vem
Ai, como quero, oh querer
Por quê brincas? Ou mentes?
Melhor seria não lembrar ou conhecer
Ter sonhos ou melhor, não ter
Saber queria, diga, o que sentes?
Não entendo, não consigo tenso
Por quê outrora, não querias e agora procura
Oh! Noite, intensa, insone de loucura
Não entendo, procuro e penso
Seria esta minha angústia?
Diga a verdade, pare de esconder
De nada vale, ter sem te ter
Oh Deus, o covarde de toda fúria.
Cale minha boca ou esqueças
Não quero mais estas presas
De loucura e solidão.
Quero apenas ter-te a meu lado
Como anjo do destino ou fado.
Quero me entregar a esta Paixão!
Verme Racional
Humanidade, matéria orgânica ou peste?
Parte pura de sonhos e garra
Que busca um sentimento e esbarra
Com a loucura de um Amor inerte.
Enganas o coração que acredita
No Amor e na amizade franca,
Se parte, quebra e sangra
Pela falta das víceras da mão amiga.
Cresce no tédio da vida vazia
Tenta entender a explicação e perde
Não adianta, dentro o ódio cresce
Mas contudo o serve de maior valia.
Pensa no Amor esquecido,
Lembranças do caso dissolvido,
Amor fatal.
Da infância do crescer,
Na lembrança de ser,
Um gigante verme racional.
Parte pura de sonhos e garra
Que busca um sentimento e esbarra
Com a loucura de um Amor inerte.
Enganas o coração que acredita
No Amor e na amizade franca,
Se parte, quebra e sangra
Pela falta das víceras da mão amiga.
Cresce no tédio da vida vazia
Tenta entender a explicação e perde
Não adianta, dentro o ódio cresce
Mas contudo o serve de maior valia.
Pensa no Amor esquecido,
Lembranças do caso dissolvido,
Amor fatal.
Da infância do crescer,
Na lembrança de ser,
Um gigante verme racional.
Chuva Solitária
Nesse momento eu queria uma paixão
Não um Amor pra vida inteira
Mas uma paixão, ardente e arteira
Paixão dessas que de nada vale intuição
Paixão que vem depois da bebedeira
E pela contra-mão.
E hoje que me pego em casa cansado
Enquanto chove em uma rua de fantasias
E a fraca luz me "alumia"
Vejo pelo espelho embassado meu passado
Um "cabra" cheio de alegrias
Estressado e intediado
Com a bela sinfonia.
Mas flores crescem em um jardim esquecido
Momentos antes do fraco entardecer
Que quando olhado pelo oeste, ao morrer
Nada mais interessa à um corpo caído
Pois não verá novo alvorecer.
A guerra está chegando ao dizimar a sociedade
Com sua alienação e consumismo,
E com seu jeito de Nazismo
Retalhando nossa idade
Vivendo com um Masoquismo
Que acha ser felicidade.
Procuro em um simples e pequeno mimo,
A força de toda uma Amizade.
Não um Amor pra vida inteira
Mas uma paixão, ardente e arteira
Paixão dessas que de nada vale intuição
Paixão que vem depois da bebedeira
E pela contra-mão.
E hoje que me pego em casa cansado
Enquanto chove em uma rua de fantasias
E a fraca luz me "alumia"
Vejo pelo espelho embassado meu passado
Um "cabra" cheio de alegrias
Estressado e intediado
Com a bela sinfonia.
Mas flores crescem em um jardim esquecido
Momentos antes do fraco entardecer
Que quando olhado pelo oeste, ao morrer
Nada mais interessa à um corpo caído
Pois não verá novo alvorecer.
A guerra está chegando ao dizimar a sociedade
Com sua alienação e consumismo,
E com seu jeito de Nazismo
Retalhando nossa idade
Vivendo com um Masoquismo
Que acha ser felicidade.
Procuro em um simples e pequeno mimo,
A força de toda uma Amizade.
Prévias Noturnas
Hoje vivo à noite
Com escuridão singela
Num corpo de pura aquarela
Da paz que impele o açoite,
Contém conhecimento de vida bela
Fumo o carbono da vida
Ansiando a morte esguia,
Que me espreita da cova fria
Esgueirando-se no conjunto da lida
Para ter a oportunidade de acabar o que cria
Na pele, prisão do espírito
Sou um cético saboreando a imagem
Carburando rostos, naufragando a sabotagem
Creio no poder que Eu habilíto
Sem um "Deus" dito ou longametragem
Do cânhamo tenho visões,
Pouco importando o futuro
Vejo imagens mais fortes no escuro
Seriam prévias ou alucinações,
Impoluto, maquiavélico ou taciturno puro.
Com escuridão singela
Num corpo de pura aquarela
Da paz que impele o açoite,
Contém conhecimento de vida bela
Fumo o carbono da vida
Ansiando a morte esguia,
Que me espreita da cova fria
Esgueirando-se no conjunto da lida
Para ter a oportunidade de acabar o que cria
Na pele, prisão do espírito
Sou um cético saboreando a imagem
Carburando rostos, naufragando a sabotagem
Creio no poder que Eu habilíto
Sem um "Deus" dito ou longametragem
Do cânhamo tenho visões,
Pouco importando o futuro
Vejo imagens mais fortes no escuro
Seriam prévias ou alucinações,
Impoluto, maquiavélico ou taciturno puro.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Soneto de Morte
Hoje escondido, enforco-me no abismo
Vendo volúpias e carícia profana
Quando o pulso vem a esvair-se na cama
Sem ver meu passado cismo
Transformo todo o quarto em lama
Apócrifo como Judas ou Calisto
Penso e pensando sigo, existo
E com a dor que à mim se exclama,
Visto as cores de sentidos a morrer
Seja vivendo ou perecendo de saber
Falece aos poucos minha emoção
Contundente seguindo em agonia plena
Na angústia ou na morte serena
Quebra-se um corpo e parte-se um coração.
Vendo volúpias e carícia profana
Quando o pulso vem a esvair-se na cama
Sem ver meu passado cismo
Transformo todo o quarto em lama
Apócrifo como Judas ou Calisto
Penso e pensando sigo, existo
E com a dor que à mim se exclama,
Visto as cores de sentidos a morrer
Seja vivendo ou perecendo de saber
Falece aos poucos minha emoção
Contundente seguindo em agonia plena
Na angústia ou na morte serena
Quebra-se um corpo e parte-se um coração.
Eu, ser biológico
Pronto, vai acenda teu último cigarro
Pois teu futuro já é certo
Claro, terás teu peito aberto
Por não conseguir o derradeiro escarro.
Acalma-te a vida continua
Para vermes, insetos e até humanos
Chamar-me-ão de louco os insanos
Será comida sua carne crua.
Outro trago, outra tosse
Que bom se fosse
Ter o controle do relógio cronológico
Sempre à vida de amante
Ou na orgia de bacante
Esquecer meu "Eu" ser biológico.
Pois teu futuro já é certo
Claro, terás teu peito aberto
Por não conseguir o derradeiro escarro.
Acalma-te a vida continua
Para vermes, insetos e até humanos
Chamar-me-ão de louco os insanos
Será comida sua carne crua.
Outro trago, outra tosse
Que bom se fosse
Ter o controle do relógio cronológico
Sempre à vida de amante
Ou na orgia de bacante
Esquecer meu "Eu" ser biológico.
Consequências do prazer
No apogeu tubercoloso
De uma célula cancerígena
Tento ser o mais comum alienígena
Num feto lúgubre luxurioso
Com a praga sifilítica
Do diabético prazer ostentoso
Difiterias de mendigo novo
Sinto-me no vício da química
Vejo no cansaço glamurioso
Da menina impura e raquítica
Sentam-se na Quimera fatídica
Provo o puro aroma e doce gozo.
De uma célula cancerígena
Tento ser o mais comum alienígena
Num feto lúgubre luxurioso
Com a praga sifilítica
Do diabético prazer ostentoso
Difiterias de mendigo novo
Sinto-me no vício da química
Vejo no cansaço glamurioso
Da menina impura e raquítica
Sentam-se na Quimera fatídica
Provo o puro aroma e doce gozo.
Novo Messias de Sião
Principiando no novo principado de Salomão
Do deserto árido de toda etinía
De loucos na loucura de esquisofrenia
Pelo desejo celeste e medo de perdição
Correm-se murmúrios do novo Messias
Da Aurora do novo tempo de solidão
Dentro das alcovas burocráticas da tradição
Conclave dos sábios na escolha da alegria
Eu cantava, como cantavam a progênie de Adão,
Cantarolava de orgulho das mais belas filhas de Sião
Do fugor terrestre e prelúdio lúgubre do dia
Serpenteando pela vida, como leitor sem regalia
Pelo fogo fraco da vela derretida que alumia
De claridade intensa que mais gera escuridão.
Do deserto árido de toda etinía
De loucos na loucura de esquisofrenia
Pelo desejo celeste e medo de perdição
Correm-se murmúrios do novo Messias
Da Aurora do novo tempo de solidão
Dentro das alcovas burocráticas da tradição
Conclave dos sábios na escolha da alegria
Eu cantava, como cantavam a progênie de Adão,
Cantarolava de orgulho das mais belas filhas de Sião
Do fugor terrestre e prelúdio lúgubre do dia
Serpenteando pela vida, como leitor sem regalia
Pelo fogo fraco da vela derretida que alumia
De claridade intensa que mais gera escuridão.
Raiz do Tempo
E eis, a raiz das raizes
A incerteza no momento
A certeza sem lamento
Sem vontade em Meretrizes
E eis, na força do pensamento
Lembro-te feliz e sorrindo
Pele clara e lábio tinto
Filosofando, demoras de tempo lento
E eis, agora rasgo o vento
Na vontade de teus desejos felizes
Da solução quadrada das raizes
Crio-me e de novo me reinvento
Vejo-te agora comigo seguindo
Alucinação clara de desejo atento
Apócrifa certeza de nosso beijo bento
Raiz do tempo do ser mais lindo.
A incerteza no momento
A certeza sem lamento
Sem vontade em Meretrizes
E eis, na força do pensamento
Lembro-te feliz e sorrindo
Pele clara e lábio tinto
Filosofando, demoras de tempo lento
E eis, agora rasgo o vento
Na vontade de teus desejos felizes
Da solução quadrada das raizes
Crio-me e de novo me reinvento
Vejo-te agora comigo seguindo
Alucinação clara de desejo atento
Apócrifa certeza de nosso beijo bento
Raiz do tempo do ser mais lindo.
Impreguina
à Danielle.
A menina ao lado não entende
Porque o louco na loucura escreve
Talvez não saiba o que se sabe, ou lembre
O perfil da insânia que o leve
Perdido em um mundo de passado
Da vida do Verme que imagina
Saio do mundo no parasita alado
Que pouco sabe, mas sábio impreguina
Cansado da vida metade,
À procura de Atlântida ou Creta
Na busca da volta ou verdade
Em saber se sair é escolha certa
Pobre da existência isolada,
Seres ínfemos de forma abalada;
Onde estive, onde estava, não encontro.
Da forma arrogante e indignada,
Na entrega da esquife destinada;
Ou felizes da felicidade de um conto.
Anjo Puro
À Marly Telles, falescida às 00:40 de 08/05/09.
O mais belo anjo ascendeu ao céu.
E choro por não ter tido tempo,
Tão serena e pura como mel
Para poder pedir e dar um beijo bento.
Este anjo que se foi veio à me ensinar,
Sem ela não seria nada, nem conheceria
A bondade e a grandeza de sonhar
Por isto agradeço, sem tí não viveria.
Vá belo anjo, junte-se aos irmãos
De grandes poderes em minha criação
Pois sempre muito me ensinou
Outro anjo como tí nunca verei
Mas com sua ajuda vejo o que me tornei,
E hoje sei, e sou como sou.
Nota do Autor: Eu te Amei, Amo e pra sempre vou te Amar tia/madrinha/amiga/professora!!!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Vislumbro desfigurado
Coagulando a indescência,
Num hemisfério sul.
Venho da incoerência nú,
Cercado da irreverência.
Ceitas do pecado da carne
Cheios do humano que cerca
Da vida na arte lerda
Que hora ou outra parte,
Quebra, sangra e arde
Sempre estando aqui
E nunca estaram em sí,
Esta é a teoria de descarte.
Esta é a vida ou Marte?
Sempre na outra planta
Quebra, arde e sangra
Vejo a úlcera da vida na morte
Não escolho sem vida ou sorte
Desejoso na desfiguração da santa
Vistindo o colete sangrento de manta
Talho seu rosto e o rasgo num corte.
Num hemisfério sul.
Venho da incoerência nú,
Cercado da irreverência.
Ceitas do pecado da carne
Cheios do humano que cerca
Da vida na arte lerda
Que hora ou outra parte,
Quebra, sangra e arde
Sempre estando aqui
E nunca estaram em sí,
Esta é a teoria de descarte.
Esta é a vida ou Marte?
Sempre na outra planta
Quebra, arde e sangra
Vejo a úlcera da vida na morte
Não escolho sem vida ou sorte
Desejoso na desfiguração da santa
Vistindo o colete sangrento de manta
Talho seu rosto e o rasgo num corte.
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