Coagulando a indescência,
Num hemisfério sul.
Venho da incoerência nú,
Cercado da irreverência.
Ceitas do pecado da carne
Cheios do humano que cerca
Da vida na arte lerda
Que hora ou outra parte,
Quebra, sangra e arde
Sempre estando aqui
E nunca estaram em sí,
Esta é a teoria de descarte.
Esta é a vida ou Marte?
Sempre na outra planta
Quebra, arde e sangra
Vejo a úlcera da vida na morte
Não escolho sem vida ou sorte
Desejoso na desfiguração da santa
Vistindo o colete sangrento de manta
Talho seu rosto e o rasgo num corte.